segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Minha oração pra você!


Senhor Deus, dono do tempo e da eternidade,teu é o hoje, o amanhã, o passado e o futuro.

Neste momento, quero te dizer obrigado por tudo aquilo que recebide Ti.

Obrigado pela vida e pelo amor, pelas flores, pelo ar e pelo sol, pela alegria e pela dor, pelo o que foi possível e pelo o que não foi.

Ofereço-te tudo o que fiz, o trabalho que pude realizar, as coisas que passaram pelas minhas mãos e o que com elas pude construir.

Apresento-te as pessoas que ao longo destes meses amei, as amizades novas e os antigos amores.
Os que estão perto de mim e aqueles que pude ajudar, as com quem compartilhei a vida, o trabalho, a dor e a alegria.

Mas também, Senhor, hoje quero te pedir perdão.

Perdão pelo tempo perdido, pelo dinheiro mal gasto, pela palavra inútil e o amor desperdiçado.

Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito, perdão por viver sem entusiasmo.

Também pela oração que aos poucos fui adiando e que agora venho apresentar-Te, por todos meus ouvidos, descuidos e silêncios, novamente te peço perdão.

E diante de novos momentos, eu te apresento estes dias, que somente Tu sabes como chegarei a vivê-los.

Hoje, te peço para mim, meus parentes e amigos, a paz e alegria, a fortaleza e a prudência, a lucidez e a sabedoria.

Quero viver cada dia com otimismo e bondade, levando a toda parteum coração cheio de compreensão e paz.

Fecha meus ouvidos a toda falsidade e meus lábios a palavras mentirosas, egoistas ou que magoem.

Abre sim, meu ser a tudo o que é bom.

Que meu espírito seja repleto somente de bênçãos para que as derrame por onde passar.

Senhor, a meus amigos que lêem esta mensagem, enche-os de Sabedoria,Paz e Amor.

E que nossa amizade dure para sempre em nossos corações.

Enche-me, também, de bondade e alegria para que todas as pessoasque eu encontrar no meu caminho possam descobrir em mim um pouquinho de Ti.


Ensina-nos a repartir felicidade.

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Reflexão




Sabe, acho que a idade vai chegando, e com a maturidade já temos como prioridade outras coisas... A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar e... O amor da sua vida! Ficamos sempre nos perguntando "quando será que vai chegar?" E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele(a)?". Como diz o meu pai: "Nessa idade tudo é definitivo" (pelo menos a gente acha que é!) Cada namorado(a) sempre é o homem (mulher) da sua vida. Fazem planos, escolhem o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente...PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparece, te fazendo criar ainda mais expectativas a respeito "do próximo". Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses. Sim, não negue, você está sempre "à procura". Claro, porque nessas alturas, só há duas hipóteses (e todo mundo já passou pelas duas!): Ou você está sofrendo como uma condenada por alguém que já te baniu (e o pior é quando vem com aquele papo de "carinho enorme", "maior consideração", "seremos amigos", que dá vontade de se jogar do 22º andar), ou é você quem está tentando se livrar daquela coisa apaixonada que não para de ligar pro seu celular. Em todo caso, a fila está andando e você precisa olhar ao seu redor. Também não precisa ser tão "ao redor" assim. Ao invés da sua quadra, da faculdade, da galera da Igreja, dos amigos do seu primo ou do primo da sua amiga, também é preciso aumentar seu círculo de amizades e ver quantas pessoas legais você ainda tem a conhecer. É impressionante: As baladas, os shows, as viagens já não são mais "points" de guerra, você já não olha pra todos os gatinhos da festa e já não tem mais vontade de beijar todos. Agora, você queria mesmo é que viesse o cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligentíssimo, com aquele papo que te deixa sentada no bar o resto da noite. No fundo, você daria tudo pra estar de novo com aquela pessoa que conhece sua mãe, que cuida de você quando está doente, que segura o seu cabelo pra não sujar de vômito, que não reclama em trocar aquele churrasco da galera pelo aniversário da sua avó, que joga "imagem e ação" com você e se diverte como uma criança, que te oferece uma música romântica que você vai lembrar pro resto da vida, que sorri de felicidade quando te olha, mesmo quando os dois estão de shorts, camiseta e chinelo e o seu cabelo tá com aquele nó horroroso que ele faz de conta que nem nota... e, por último, que te diz que você está linda naquele vestido de gala da formatura, tanto quanto naquele pijama de algodão, quando acabou de acordar, com aquela cara inchada e o cabelo "puf".Tá bom, tá bom... não precisa ser "aquele", mas bem que você podia encontrar outro rapidinho.A "guerra" já não é mais liberdade, diversão, pra você ficar com todos sem compromisso, sair sem dar satisfação, curtir as amigas, tirar um tempo pra você... e aquele monte de desculpas esfarrapadas que a gente vive inventando. Na verdade, não passa de uma procura incessante e uma seleção semanal. Sim senhora, não negue que cada novo "fica" já se torna uma possibilidade de namoro (pra você, é claro!), e é aí que mora o problema... Enquanto você dorme pensando nele, gruda no telefone no dia seguinte e passa horas decidindo se deve ligar ou não... Eles não estão com a mesma preocupação... São meses sem dar sorte... Um acabou um relacionamento longo e ainda está com a famosa "síndrome da ex- namorada" (vai ficar pelo menos um ano sem saber o significado da palavra "namoro"), e o outro fica de ligar e não liga, ou resolve aparecer quando "dá na telha", todos os amigos estão namorando, viajando, sei lá... e a última saída é procurar um nome na agenda do telefone. Tudo bem, enquanto tiver maquiagem e perfume, vamos à luta... E haja dinheiro pra manter presença em todos os eventos da cidade... Churrasco, festinhas em Búzios, boates desde quinta- feira (que aliás é o melhor dia!), Melt aos domingos... sem contar com a sua diversidade, que vai do forró ao pagode, sem contar com os shows de música baiana, passando até (às vezes!) pelo techno das raves. Mas agora é diferente! O tempo passa e o melhor mesmo é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som... Olhar pro teto, cantar bem alto aquela música que você adora e, no final da festa, tirar as sandálias, sem se importar com quem está olhando. Um belo dia, você deita a cabeça no travesseiro, pensa por umas duas horas, chora, reza, ri sozinha e chega à conclusão...


Pra ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela! Ninguém é auto-suficiente, mas já é o bastante. Jogue as velhas lembranças no lixo e se convença de uma vez que se aquele cara que você ama (ou acha que ama) não quer nada com você é porque ele não é mesmo o homem da sua vida. Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.


"Não corra atrás das borboletas, cuide do seu jardim e elas virão até você". No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"
Autor desconhecido

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A morte devagar


Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.


Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia.


Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.


Martha Medeiros

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Pergunte-se sobre os seus desejos

Não perca a oportunidade de se conhecer.
Pergunte-se sobre os seus desejos, medite sobre as suas palavras, analise seus passos, veja onde andou, não tenha medo de se perguntar. A alma é o refúgio dos seus hábitos.
Não aceite nada menos do que ser feliz, mesmo que isso signifique abrir mão de algumas coisas que outros possam achar espetacular. O que importa é a sua satisfação, ainda que caminhe sobre pedras, que pague promessa com os joelhos ensangüentados, se isso te move, se te toca, tudo vale a pena.
Devemos ter em mente que temos agarradas em nossas células, as experiências que se foram, e acabaram moldando nossa personalidade, nos fazendo rir de nós mesmos e de nossas certezas de antes, hoje já não tão certas assim.
Conforme vamos amadurecendo, percebemos claramente o quanto mudamos, as fotos não negam e nossas reações diante de fatos similares já não são mais as mesmas. Com o tempo aprendemos muitas coisas.
Eu, por exemplo, aprecio hoje o silêncio e a calmaria, quando antes isso não tinha tanta importância. Gosto de terra, de mato, flores, cidades antigas e velhas histórias.
Aprendi com os anos a "beber o silêncio" e beneficiar-me dele em minhas meditações, a entrar dentro de mim mesmo e ver, o que as barreiras do som me impedem em outras ocasiões. As vezes até me pego rindo das coisas que já aconteceram. Nesses momentos, a paz me oferece suas mãos.
Não sei que medida de vida Deus ainda me dará, se ainda dez, vinte, trinta anos ou mais. Mas eu sei que o melhor ensinamento que eu tiro no dia de hoje, é que os anos podem trazer marcas, rugas e cicatrizes, mas não envelhecerão minha alma.
E não adianta ficarmos buscando verdades, porque a verdade nem sempre é a resposta que buscamos, sendo por vezes, amarga e dolorosa que fere tanto quanto a mentira, por isso, busque apenas o conhecimento.


Saber do que você precisa já pode te livrar de muita coisa ruim.


E cuide dos seus atos, são eles que formam o que você está vivendo, e atraem semelhantes coisas para a sua eternidade.


Autor desconhecido